Fatos & versões

O problema da versão de APS de que não tinha clientes comuns nem repartia o lucro com José Ricardo, da SGR Consultoria, com quem dividia a casa do Lago Sul, é que a PF apreendeu emails que desmontam a tese de defesa.

Numa dessas mensagens, o lobista transmite a Fernando César Mesquita e a Francisco Mirto um relatório sobre a “realização do trabalho objetivando a prorrogação da vigência dos incentivos fiscais”.

“Os serviços prestados às empresas interessadas estão sendo realizados em parceria pelos escritórios SGR e M&M (Marcondes & Mautoni)”. O documento relata o acerto para o pagamento de honorários e o custo dos colaboradores.

Em outro email, APS detalha a José Ricardo e Eduardo Valadão as atividades do “consórcio” SGR e M&M para a aprovação da MP 471.

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