Feliciano fora da CPI da UNE

O Antagonista soube que Marco Feliciano abriu mão da relatoria da CPI da UNE, que deve começar na Câmara após o impeachment definitivo de Dilma Rousseff.

Assim que surgiu a confusão em torno do assédio sexual que teria sido cometido pelo deputado – episódio ainda completamente em aberto –, ele disse a interlocutores que não participaria da comissão.

Feliciano chegou a ser cogitado para conduzir a CPI, mas Cristiane Brasil acabou se firmando na presidência, após acordo entre líderes.

Patrícia Lélis – que acusa o parlamentar e pastor, mas também será investigada – é da juventude do PSC. Ela contou que foi chamada para ir ao apartamento funcional do deputado justamente para tratar da CPI.

Colegas de Feliciano afirmam não ter dúvida de que a história foi “plantada” para tentar atingir a comissão antes mesmo de ela nascer.