Felipe Moura Brasil: 'A mancha do bolsonarismo'

Felipe Moura Brasil: A mancha do bolsonarismo
Foto: Rodrigo Freitas/O Antagonista

Em sua coluna na Crusoé desta semana, Felipe Moura Brasil conta como o bolsonarismo “trocou a racionalidade em aceitar a existência de coisas que a ciência alegadamente não pode provar pela irracionalidade em negar a existência de coisas que a ciência prova”.

“O presidente e seus capachos negaram, por exemplo, a eficácia de máscaras, vacinas e distanciamento social na redução do contágio pelo novo coronavírus, além da ineficácia de medicamentos como a cloroquina, abandonados no resto do mundo.

A argumentação criteriosa sobre os limites da ciência deu lugar à ‘anticiência’ pura e simples, do mesmo modo que críticas fundamentadas e eventualmente necessárias à composição, às normas e aos limites decisórios de uma organização internacional (como OMS ou União Europeia) deram lugar ao ‘antiglobalismo’ mais rasteiro.”

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