ACESSE

Filha de Roberto Jefferson cola no bolsonarismo e quer apoio do presidente para virar prefeita do Rio

Telegram

A ex-deputada federal Cristiane Brasil (PTB), filha de Roberto Jefferson, que participou do ato bolsonarista ontem em Brasília, quer o apoio de Jair Bolsonaro na corrida pela Prefeitura do Rio de Janeiro. A revelação foi feita por ela em entrevista a O Antagonista.

Por enquanto, Marcelo Crivella (Republicanos) dá como certo que poderá contar com o presidente, ainda que indiretamente, na busca por sua reeleição.

“O presidente não manifestou seu apoio a nenhum candidato, tem um capital político enorme, uma credibilidade gigantesca: é claro que seu apoio nos interessa”, disse Cristiane.

Ela acrescentou que “os eleitores da direita não são marionetes, eles veem quem está alinhado com a agenda dos movimentos populares, quem participa, quem se expõe contra os poderosos da esquerda”.

E atacou:

“Crivella foi ministro da Dilma, está fazendo um péssimo governo, o povo não é mais enganado.”

A ex-deputada afirmou, ainda, que nem ela, nem o pai, nem o PTB querem espaço no governo federal.

“Nosso apoio é 100% republicano, não existe negociação, não existem conversas. O que existe é o alinhamento ideológico.”

Ela afirmou que a ida à Esplanada foi para “combater o ativismo do STF”.

“Meu apoio é o mesmo de outros 57 milhões de brasileiros que elegeram o governo Bolsonaro e querem vê-lo governar sem ativismo judicial e ininterruptas tentativas de golpe.”

No governo de Michel Temer, a nomeação de Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho foi barrada pela ministra Cármen Lúcia, do STF, após as notícias de que a escolhida era citada em processos trabalhistas.

Flertando com o Planalto, Cristiane também tenta colar sua imagem no antipetismo.

“Fui uma das líderes do movimento que derrubou a Dilma, meu pai foi a primeira voz que alertou contra o partido mais corrupto do mundo, o PT. Fomos perseguidos por isso. Não queremos a volta dessa corja ao poder.”

Leia também: STF x Bolsonaro

Comentários

  • José -

    57 milhões já era. Bolsonaro e sua turma já jogaram muitos votos no lixo.

  • Sergio -

    1. Quem se vende assim tem outro nome: começa com P. 2. Capital político enorme? Credibilidade gigantesca? kkk Vai levar o maior susto na eleição. 3. Está explicado o apoio do pai criminoso e maluco.

  • JOSE -

    Mais uma que se elege e depois vira o bestunto para o outro lado.

Ler 123 comentários