Fiscalização a jato

A Coluna do Estadão chamou a atenção para mais um jabuti da reforma política: a Justiça Eleitoral terá só nove dias para analisar as contas de campanha dos candidatos à Presidência em 2018.

Para os técnicos do TSE, o prazo é inviável. Como a eleição será financiada com recursos públicos, 100% dos gastos têm de ser analisados. Quando há financiamento privado, o estudo é por amostragem.

11 comentários

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  1. O ministro Gilmar Mendes, recentemente, por meio de resolução, no TSE, extinguiu centenas de zonas eleitorais no país. Menos juízes, menos promotores, menos técnicos e analistas para atuarem nas Eleições, fiscalizando, orientando, e sobretudo analisando a lisura do pleito. Ou seja, abriu-se a porteira para a boiada desenfreada… SEGUUUUUUUUUUUUUURAAAA PEÃOOOOOOOOOOOOOOOO

  2. Como se fiscalizassem alguma coisa! As campanhas das últimas eleições foram todas bancadas com DINHEIRO ROUBADO dos brasileiros e “ninguém percebeu”. Não fosse os “intrometidos” da Lava Jato, como diriam os vilões do Scooby Doo, o esquerma jamais teria sido descoberto.

  3. Uai, mas essa reforma não se deu sob restrita orientação, supervisão (noites e finais de semana ) do Super Supremo, manda chuva do TSE, o coveiro GM, tudo rascunhado junto ao presidente ??