“Fizeram acordo?” “Tinha conta realmente do Romário”

A Veja.com, na seção Radar, dá tambéma íntegra do áudio da conversa, num hotel de Brasília, entre Delcídio Amaral, o filho de Nestor Cerveró, Bernardo, o advogado Edson Ribeiro e o chefe de Gabinete de Delcídio, Diogo Ferreira. Mas, aparentemente, ninguém da revista ouviu.

O Antagonista começou a ouvir e deparou com o trecho em que Delcídio Amaral afirma que estava com “a agenda arrumadinha”, quando de repente apareceram no seu gabinete Eduardo Paes, o seu secretário Pedro Paulo, Ferraço (possivelmente, o senador Ricardo Ferraço) e Romário.

Delcídio Amaral comenta, com certo espanto, a composição entre Paes e Romário e, no diálogo sobre o assunto, é dito o seguinte:

“Foi Suíça.”

“Fizeram acordo?”

“Tinha conta realmente do Romário.”

“Em função disso, fizeram acordo.”

A tal conta, ao que parece, é aquela que a Veja afirmou que Romário tinha na Suíça e ele negou existir.

Se é mentira, Romário tem de processar os presentes na conversa que afirmaram a existência da conta.