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Fogo amigo na PF

Fogo amigo na PF
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A Coluna do Estadão relata estranhamento na Polícia Federal com o tratamento que Luís Roberto Barroso dispensa ao delegado Cleyber Malta Lopes, responsável pelo inquérito dos Portos – que atinge em cheio Michel Temer.

“Uma das críticas ao delegado é que ele tem ouvido mais o ministro Barroso do que seus colegas e está demorando demais para concluir as apurações iniciadas há dez meses, embora tenha recebido toda a infraestrutura pedida.”

No despacho que autorizou a prorrogação das investigações, Barroso citou nominalmente Cleyber e parágrafo 4.º da Lei 12.830/2013, “pelo qual um delegado só pode ser substituído no inquérito se o superior hierárquico fundamentar a decisão, apontando interesse público ou falhas na investigação”.

 

Depois de Fernando Segovia, será Rogério Galloro a assumir a missão de inviabilizar a investigação contra Temer?

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