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"Foi loucura ou foi crime"

O pedido de interdição de Bolsonaro, que 'não tem os requisitos cognitivos mínimos' para exercer a Presidência
“Foi loucura ou foi crime”
Foto: Adriano Machado/Crusoé

O Estadão, em editorial, comenta o pedido de afastamento de Jair Bolsonaro, protocolado no Supremo por sete juristas, segundo os quais é preciso reconhecer a “incapacidade civil” do sociopata para exercer o cargo.

“Os autores esclarecem que não se trata de julgamento por crime de responsabilidade ou crime comum, para os quais seria necessária autorização parlamentar. Apontam ainda que não se trata de uma interdição pela incapacidade de gerir atos da vida civil, mas especificamente da ‘interdição de um supremo mandatário que não tem os requisitos cognitivos mínimos’ para exercer a Presidência (…).

Qualquer que seja o desfecho da ação protocolada no STF, o fato de que juristas se unem para apontar um caso de incapacidade mental e médicos para pedir o impedimento político sugere que é cada vez menos verossímil uma terceira hipótese para explicar a conduta desastrosa de Bolsonaro que contribuiu para as centenas de milhares de mortes no Brasil. A leitura dos documentos indica que ou foi loucura ou foi crime.”

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