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Follow the vaccine

O Globo sentiu o cheiro de queimado na negociação para a compra da Covaxin, que contou com o empenho pessoal de Jair Bolsonaro
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Foto: Divulgação/Bharat Biotech

“Chama a atenção o empenho súbito de Jair Bolsonaro para trazer a indiana Covaxin, produzida pelo Laboratório Bharat Biotech e intermediada pela Precisa Medicamentos”, diz O Globo, em editorial.

“É a mais cara entre todas as vacinas contratadas (custa R$ 80,70 a dose, o quádruplo da Oxford/AstraZeneca, que sai por R$ 19,87).

 Impressiona a diferença de tratamento em relação aos imunizantes. Como mostrou o Jornal Nacional, o governo brasileiro levou 330 dias para fechar o contrato com a Pfizer e apenas 97 para contratar 20 milhões de doses da Covaxin, por R$ 1,6 bilhão.

Ao contrário dos outros casos, o negócio não foi feito diretamente com o laboratório, mas com um intermediário, a Precisa. Bolsonaro se empenhou pessoalmente para fechar o negócio, enviando carta ao primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.”

O jornal, claro, sentiu o cheiro de queimado.

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