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Foragido há 1 mês, Zé Trovão não recua de ataques: “Não retiro o que disse”

Atualmente no México, o caminhoneiro bolsonarista afirmou que não aceita ser preso no Brasil; ele também disse que não se sentiu abandonado pelo presidente
Foragido há 1 mês, Zé Trovão não recua de ataques: “Não retiro o que disse”
Reprodução/redes sociais

Foragido há um mês e atualmente no México, o caminhoneiro bolsonarista Zé Trovão (foto) disse, em entrevista ao Metrópoles, que não aceita ser preso no Brasil. Ele também negou que recuará dos ataques que fez ao STF e ao Senado.

“Se me falarem: ‘Você só volta para o Brasil se fizer uma carta pedindo perdão para o ministro Moraes’, então vou passar o resto da minha vida fora do Brasil. Eu posso pagar um alto preço, mas não retiro o que disse. Voltar ao Brasil para ser preso está fora de cogitação.”

Para Zé Trovão, a carta de Bolsonaro após as ameaças golpistas do 7 de Setembro foi “um ato de coragem”.

Se Bolsonaro deu um passo atrás, isso mostra coragem. Não é qualquer um que volta atrás, não. Ele fez duras críticas e depois defendeu a harmonia entre os Poderes. Perfeito. […] Precisamos que os Poderes recuem e façam seu papel. Me parece que está começando a surgir isso. […] Eu acredito no Bolsonaro. Tenho plena convicção de que o Bolsonaro sabe o que está fazendo. Nós entramos numa luta muito grande. Não iria acabar do dia para a noite.”

O caminhoneiro disse que não se sentiu abandonado pelo presidente e que Bolsonaro “não tem obrigação nenhuma de tocar no nome dele”. Questionado se o presidente exagerou ao ameaçar as eleições de 2022, Zé Trovão desconversou.

“Olha, eu acredito que assim… É… Talvez uma… Um momento… Todo ser humano num momento de ira às vezes fala alguma coisa que não deveria. Isso é natural.”

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