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"Fratura institucional exposta"

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Carlos Ayres Britto atacou a manobra do Senado para liberar Aécio Neves.

Ele disse a Josias de Souza:

“O que de pior pode acontecer neste caso é o Senado sustar a eficácia da decisão jurisdicional do Supremo. Os senadores não têm competência legal para isso. Seria inconcebível. Se acontecer, abrirá uma fratura institucional exposta”

E também:

“É preciso deixar claro que a Primeira Turma não incorreu em esquisitice, em bizarrice, em esdruxularia deliberativa. Longe disso. O que a turma fez é perfeitamente cabível do ponto de vista técnico. Não quero dizer com isso que seja uma decisão insuscetível de críticas. Isso é secundário. O que interessa é que a decisão é tecnicamente defensável.”

Comentários

  • Nélio -

    Depois de Lewandowski no Senado, o Legislativo legisla e o Judiciário não cumpre nem faz cumprir; enquanto isto, o Executivo jaz nas mãos de bandidos perigosíssimos, que não titubeiam nem para roubar pirulito de criança, avaliem o que fazem com os doentes nos hospitais, com os aposentados...

  • The -

    O bolivariano S(P)TF não pode afastar congressista, por mais meliante que ele seja, de seus mandatos. O falecido Xavaska, quando arrancou o meliante Cunha da câmara afirmou que sabia que não tinha o respaldo da lei, mas por causa da excepcionalidade estava tomando tal atitude. Britto está sendo apenas corporativista.

  • analu -

    A meu ver, "uma fratura institucional exposta" já aconteceu, em duas ocasiões: quando Renan descumpriu uma ordem do STF, e quando o próprio STF rasgou a Constituição, fatiando o impeachment. Agora, choramos o leite derramado.

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