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Funaro citou Edinho Silva, Paulo Preto e Edson Aparecido em esquema do Rodoanel

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Como O Antagonista publicou mais cedo, o Grupo Bertin pagou R$ 57 milhões para obter o empréstimo de R$ 2 bilhões do BNDES, via Caixa, para obras do Rodoanel.

A operação foi intermediada por Lúcio Funaro, que dividiu o dinheiro com Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima.

Em sua delação, Funaro também citou Edinho Silva, ex-tesoureiro de Dilma Roussef, que teria atuado na liberação dos recursos pelo BNDES.

O delator envolveu ainda os tucanos Edson Aparecido e Paulo Preto, tanto nas autorizações do Dersa para a obra como na desapropriação dos imóveis atingidos pelo traçado do Rodoanel. Segundo Funaro, o grupo Bertin usou laranjas para a aquisição antecipada desses imóveis.

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