Funaro citou Edinho Silva, Paulo Preto e Edson Aparecido em esquema do Rodoanel

Como O Antagonista publicou mais cedo, o Grupo Bertin pagou R$ 57 milhões para obter o empréstimo de R$ 2 bilhões do BNDES, via Caixa, para obras do Rodoanel.

A operação foi intermediada por Lúcio Funaro, que dividiu o dinheiro com Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima.

Em sua delação, Funaro também citou Edinho Silva, ex-tesoureiro de Dilma Roussef, que teria atuado na liberação dos recursos pelo BNDES.

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O delator envolveu ainda os tucanos Edson Aparecido e Paulo Preto, tanto nas autorizações do Dersa para a obra como na desapropriação dos imóveis atingidos pelo traçado do Rodoanel. Segundo Funaro, o grupo Bertin usou laranjas para a aquisição antecipada desses imóveis.

Comentários

  • HONESTO, -

    A HONESTIDADE E RETIDÃO DE BOLSONARO SÓ SE EQUIPARAM À SUA COERÊNCIA, E CORAGEM DE MANTER POSIÇÕES CONTRA O POLITICAMENTE CORRETO !!! E O MAIS LEGAL É QUE ELE SEMPRE FOI ASSIM SEM A MENOR PRETENSÃO DE ESTAR ONDE ELE ESTÁ HOJE ! SUA CANDIDATURA QUEM LANÇOU FOI O POVO BRASILEIRO !

  • Daisy -

    Tudo junto e misturado...

  • Fernando -

    Haja paciência pra organizar o nome desses bandidos, o organograma da ORCRIM deve ser gigante.

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