Funaro combinou versões com Joesley e Bertin

Em sua delação, obtida por O Antagonista, Lúcio Funaro confirmou o pacto com Joesley Batista para que o empresário usasse o saldo da propina do corretor para ajudar sua família enquanto estivesse preso.

Funaro revelou ainda que forjou contratos com Joesley para justificar o repasse do dinheiro. O mesmo foi feito com Natalino Bertin, que foi chamado pelo empresário para “alinhar contratos e discursos”.

Os contratos foram feitos com data retroativa e os originais destruídos para “evitar perícia”.

Joesley também pediu a Funaro que se antecipasse numa delação, em relação a Eduardo Cunha. Segundo Funaro, o dono da JBS tinha medo de eventuais delações de Funaro e Cunha.

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