Funcionário de doleiro destruiu provas

Edimar Moreira Dantas, funcionário do doleiro Álvaro Novis, contou ao MPF que mantinha planilhas com relação de pagamentos de propinas a políticos, semelhante ao sistema Drousys usado pela Odebrecht.

Esse material foi destruído após a deflagração da Operação Xepa, mas o doleiro conservou um backup – depois entregue aos investigadores -, que serviu para basear o inquérito da Operação Ponto Final contra a cúpula do transporte público no Rio.

Desse arquivo foi possível calcular em R$ 260 milhões o total de propina paga ao governo Sérgio Cabral.

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