Futuro secretário-geral deve reforçar ‘perfil comercial’ do Itamaraty

O Antagonista apurou que Ernesto Araújo escolheu Otávio Brandelli como secretário-geral por sua expertise em negociações comerciais e pelo perfil ‘executivo’ – desejável para a administração do Ministério das Relações Exteriores.

Além disso, Brandelli é da mesma geração de Araújo, o que reforça a mensagem de renovação da política externa.

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  1. Valdir disse:

    Todo embaixador e cônsul tem a premissa de ser um vendedor do produto Brasil e garantir a segurança do brasileiro fora do país e não um passeador com residência de luxo paga pelo povo.

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  1. Luciano disse:

    Brandeli era pt, foi presidente do inpi no governo dilma, essa escolha levou o passado dele em consideração?

  2. Roberto disse:

    Ate que enfim!!!!! Chega de embaixadores maurininhos que só servem para gastar o nosso dinheiro em festinhas inuteis!! Tem que buscar negocios, como fazem os dos outros paises!!

  3. Ricardo disse:

    Olavo de Carvalho fez uma recomendação fortíssima para Bolsonaro: "Embaixador é para fazer negócio e dinheiro"

  4. Freedom disse:

    Tem que drenar o pântano do Itamaraty.

  5. Jaghuar disse:

    Nossa imagem no Exterior será modificada, corrigida, sem o viés de uma esquerdalha corrupta, passando ao mundo uma idéia de socialismo e ao mesmo tempo saqueando o País.