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Fux diz que STF não se "amedrontará, qualquer que seja o preço político a pagar"

Presidente do STF fez balanço da gestão ao abrir a sessão de hoje do Supremo, destacou decisões da Corte durante a pandemia e na crise aberta por Bolsonaro
Fux diz que STF não se “amedrontará, qualquer que seja o preço político a pagar”
Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Em discurso de balanço da gestão, há pouco, Luiz Fux disse que “nunca houve — e nem haverá — qualquer espaço para o desânimo ou amedrontamento” por parte do Supremo, diante dos “inúmeros desafios político-institucionais”.

Seguimos conscientes e firmes no propósito de salvaguardar o regime democrático e a higidez do texto constitucional, qualquer que seja o preço político que tenhamos de pagar.”

Sem mencionar Jair Bolsonaro, com quem rompeu diálogo no início de agosto, o presidente do Supremo disse que o “relacionamento institucional frutífero tem sido a razão pela qual este STF se apresenta como exemplo vivo de que a democracia deriva do dissenso institucionalizado, e não da discórdia visceral ou do caos generalizado”.

Fux assumiu a presidência do Supremo no dia 10 de setembro de 2020, sucedendo Dias Toffoli, e ficará no posto até setembro de 2022. No discurso, ele lembrou as decisões tomadas pela Corte durante a pandemia e destacou que o STF tem “contribuído para a estabilidade institucional do Brasil e sua retomada econômica”.

“Mostrou-se altivo, estável, resiliente e coeso, assegurando o regime democrático, dirimindo conflitos em prol de maior segurança jurídica e, de modo vigilante, garantindo a observância dos direitos fundamentais.”

Assista ao discurso:

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