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Gabinete de Paulinho da Força na Câmara foi alvo de busca e apreensão

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O gabinete do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) foi alvo de diligências de busca e apreensão na manhã de hoje. Conforme decisão da Justiça Eleitoral de São Paulo, a que O Antagonista teve acesso, a PF foi autorizada a apreender documentos, registros contábeis, correspondências, registros de contas bancárias e ordens de pagamento relacionados a crimes eleitorais e a lavagem de dinheiro.

O juiz Marco Antonio Martin Vargas, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, também mandou a PF levar celulares, computadores e outras mídias eletrônicas e autorizou os policiais a fuçar as mensagens de WhatsApp e registros de ligações do deputado.

Vargas ordenou que as diligências fossem acompanhadas por um membro da Mesa Diretora da Câmara ou por alguém indicado pela Presidência e fosse conduzida “com a menor interferência possível no funcionamento da Casa”.

Paulinho da Força é acusado de receber R$ 1,7 milhão da JBS para as campanhas de 2010 e 2012 sem declarar a quantia ao TSE. De acordo com o Ministério Público Eleitoral, a conduta caracteriza caixa dois eleitoral e lavagem de dinheiro, já que Paulinho assinou contratos fictícios com o escritório de advocacia de seu genro, Cristiano Viela.

Segundo os investigadores, o escritório de Vilela recebeu R$ 250 mil que seriam destinados às campanhas do deputado. Uma parte do dinheiro foi repassada por meio de contrato com a Força Sindical.

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