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General ataca o poder das facções nos presídios

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O general Braga Netto, responsável pela intervenção no Rio, está quebrando a espinha dorsal do crime organizado: a organização das facções dentro dos presídios.

O Globo fez uma longa matéria sobre a iniciativa, mostrando que metade dos atos do interventor até agora foram para reorganizar o sistema prisional, que possui uma carência de 22 mil vagas.

Em vez de construir mais cadeias, Braga Netto está investindo na gestão, reclassificando penitenciárias e cadeias públicas como presídios, e promovendo diversas transferências de detentos.

Com a nova denominação, as carceragens poderão receber tanto presos provisórios quanto condenados.

“Com essa medida, vamos ser capazes de fazer uma distribuição melhor, otimizando as unidades prisionais existentes. Eu hoje não posso contar, no curto prazo, com a criação de novas vagas. Então, tenho que redirecionar ou gerenciar melhor as que eu tenho”, diz o secretário da Seap, David Anthony Gonçalves Alves.

O trabalho de transferência está envolvendo, desde a manhã de sexta-feira, uma frota de mais de dez caminhões e ônibus de transporte de presos e cerca de cem agentes penitenciários.

Presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penal do Estado do Rio, Gutembergue de Oliveira disse ao jornal que a movimentação irá mexer com as três principais facções criminosas que atuam nos presídios.

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