Gilmar manda Janot desengavetar “gráfica fantasma”

Em seu despacho, Gilmar Mendes reiterou a Rodrigo Janot que os elementos indicativos de irregularidades por parte da VTPB são suficientes para a abertura de investigação. “A empresa aparenta não ter capacidade operacional para entregar bens e serviços contratados”.

Para Mendes, se comprovada a condição “de gráfica fantasma”, crimes como os de falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, estelionato e contra a ordem tributária podem ter sido cometidos por parte de envolvidos na campanha e pela prestadora de serviço”.

O ministro também criticou Janot por ter dado por encerrado o caso apenas ouvindo Edinho Silva e a VTPB, desconsiderando que o depoimento deles contradiz diversos elementos já encontrados.

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