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Não precisava, Gilmar

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Gilmar Mendes precisava associar as Forças Armadas a “genocídio”? É claro que não. Causa mais uma fricção desnecessária com a caserna.

O problema é que o ministro acha que pode dizer o que quiser, não importa o palco em que ele esteja, a respeito de qualquer assunto, não importa o interlocutor.

Ainda mais depois que o próprio Supremo aceitou a ideia estapafúrdia de que as dependências da corte são todo e qualquer lugar relacionado ao STF, com a constitucionalização do inquérito do fim do mundo.

É muito espaço, convenhamos.

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Comentários

  • Lucia -

    Mais uma bola fora! Jogador perna-de-pau, sem talento, sem brilho... haja paciência!!

  • Alexandre -

    jipe e cabo já

  • Fábio -

    Nem da para imaginar um ministro de Suprema Corte, em países com Democracia forte, fazendo 50% do que o Beiçola faz. Em tais países, os ministros são super discretos e não se envolvem em polêmicas.

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