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Governo de SP se esquiva de dizer se houve 'decepção' da Sinovac com dados do Brasil

Governo de SP se esquiva de dizer se houve decepção da Sinovac com dados do Brasil
Reprodução/Governo do Estado de São Paulo/YouTube

Na entrevista coletiva sobre a Coronavac, o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, e o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, foram questionados sobre uma eventual “decepção” da Sinovac com os testes clínicos de sua vacina no Brasil.

Como publicamos, a farmacêutica chinesa pediu ao Butantan a base de dados sobre os testes clínicos da vacina no Brasil —e, com isso, o percentual de eficácia da Coronavac não será divulgado hoje; os chineses solicitaram um prazo de 15 dias.

Gorintchteyn respondeu que uma vacina que represente no mínimo 50% de eficácia —limiar atingido, segundo o governo paulista— já é razão “para festejar”. Mas os números são “sigilosos e restritos, por compliance e acordos comerciais estabelecidos”.

Segundo o secretário, embora superior a esses 50%, a eficácia da Coronavac foi “diferente de outros países em que a vacina vem em uso. Isso merece uma reavaliação”. Ele acrescentou, porém, que isso “não muda a estratégia vacinal”.

O diretor do Butantan, por sua vez, afirmou:

“A Sinovac tem estudos clínicos nossos e de outros locais. Ela precisa fazer uma uniformização de dados. Não pode ter três dados de eficácia para a mesma vacina”.

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