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Governo deixa para CBF decidir se Brasil sediará Copa América deste ano

Representada por Luiz Eduardo Ramos, gestão Bolsonaro age como se a gestão do país não fosse sua responsabilidade
Governo deixa para CBF decidir se Brasil sediará Copa América deste ano
Foto: Carolina Antunes/PR

O governo Jair Bolsonaro jogou nas costas da CBF a recepção ou não da Copa América deste ano em solo nacional. Reafirmou há pouco à imprensa que o evento é privado e que a confederação de futebol é o órgão responsável por negociar com Conmebol e estados.

Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Casa Civil, detalhou que a competição, se realmente ocorrer, será realizada sem público e com até 65 pessoas por delegação de cada país — cada time trará 23 jogadores.

O ministro fez questão de dizer que a vinda do torneio para o país — que contabiliza 461.931 mortos e 16.515.120 pessoas infectadas — “foi uma demanda viabilizada via CBF e Conmebol”.

Ele também aproveitou para criticar as pessoas contrárias à realização do torneio no Brasil. Ramos afirmou que “estão ocorrendo jogos em todo Brasil” e que os campeonatos estaduais acabaram na semana passada.

“Não sei por que algumas pessoas se manifestaram contra o evento”, disse Ramos, como se não soubesse a resposta.

O ministro-chefe da Casa Civil falou ainda em “tratativas” sobre o torneio —embora a Conmebol já tenha anunciado oficialmente o Brasil como sede da Copa América— e disse que, “se Deus quiser”, terá posição oficial nesta terça, 1º.

LEIA MAIS na reportagem de Ana Viriato na Crusoé.

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