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Governo nega que tenha privilegiado Covaxin em detrimento de outras vacinas

Élcio Franco negou ainda que governo tenha defendido a inserção da previsão de compra de imunizantes pelo setor privado em Medida Provisória apresentada ao Congresso
Governo nega que tenha privilegiado Covaxin em detrimento de outras vacinas
Foto: Anderson Riedel/PR

Falando em nome do governo, Élcio Franco negou há pouco que Jair Bolsonaro tenha privilegiado a negociação da vacina Covaxin. O assessor especial da Casa Civil disse também que a aquisição de todos os imunizantes passou a ser negociada no mesmo período, próximo à aprovação da medida provisória que permitiu a compra de imunizantes sem autorização da Anvisa.

Segundo Franco, “não partiu do Poder Executivo a iniciativa de inserir um artigo” que favorecesse a compra de vacinas pelo setor privado na medida provisória que permitiu a compra dos imunizantes sem autorização da Anvisa.

O assessor especial disse ainda que Bolsonaro não ligou para o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, depois de 8 de janeiro deste ano, quando pediu, via carta, o adiantamento de 2 milhões da vacina da AstraZeneca.

Sobre a negociação para compra das vacinas, Franco afirmou que todas “foram compradas no mesmo período” e que o preço médio pago pelos imunizantes é de US$ 11,97, variando de pouco mais de US$ 3 até US$ 30.

Porém, o assessor especial da Casa Civil disse que “nenhum real foi gasto nessa contratação”.

Em relação à acusação de que a Covaxin é a única vacina adquirida via intermediador, Franco afirmou que todos os imunizantes são adquiridos nesse modelo. Ao citar também como exemplo a Sputink V, disse ser necessário haver uma empresa brasileira com registro junto à Anvisa para tratar do processo burocrático.

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