Guerra de facções e de narrativas

Alexandre de Moraes tenta minimizar a importância das facções criminosas no massacre de Manaus. É compreensível.

Culpar a má gestão e a corrupção no sistema penitenciário é pertinente, relevante, mas, sobretudo, joga a responsabilidade para o governo amazonense.

Já admitir que há uma guerra de organizações criminosas por pedaços do Brasil e por rotas internacionais de drogas seria reconhecer que o governo federal não está fazendo sua parte para resolver o problema.

Faça o primeiro comentário