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A histeria coletiva dos mandados coletivos

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O desembargador Milton Fernandes, presidente do TJ do Rio de Janeiro, aplacou a histeria coletiva em torno dos mandados coletivos de busca.

Depois de lembrar que, numa favela, podem existir ruas sem nome e casas sem número, ele disse à CBN:

“Não é um mandado coletivo. Isso não vai haver. De qualquer forma, vai ser um juiz que vai decidir no momento em que for apresentado o pedido. Há um consenso geral de que isso é impossível. Não pode dizer em um mandado: ‘Olha, intervém em determinada comunidade’. Não e assim. É: ‘Invervém em determinado local daquela comunidade'”.

 

Comentários

  • Hammer -

    KKK mais cego, ou mal intencionado, que não enxerga ou não quer enxergar que o problema no Rio de Janeiro não uma questão juridic0-policial. É uma questão de defesa do Estado do Rio, defesa da Cidade do Rio, defesa da população do Rio e principalmente, de libertação das populações mais carentes que vivem sob domínio e opressão dos narco-terroristas nas malditas falvelas.

  • novarum -

    Seria no interesse dos humanos direitos que houvesse o mandato coletivo. Família trabalhadora como a maioria nas favelas, vai denunciar se um marginal desumano, diz guarda estas armas aí até passar a intervenção, ou seus filhos vão sofrer??? Muito melhor que os interventores visitassem as casas coletivamente...

  • Que -

    Que tal intervir no terceiro andar do Palácio do Planalto? É de lá que vêm as ordens aos milicianos da política!

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