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Homem que consta como sócio do FIB Bank acusa empresa de falsificar sua assinatura

Senadores da CPI reproduziram um áudio em que Geraldo Machado diz que foi surpreendido com a informação de que consta no quadro societário do FIB Bank
Homem que consta como sócio do FIB Bank acusa empresa de falsificar sua assinatura
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Os senadores da CPI da Covid reproduziram há pouco o áudio de um homem que consta como sócio fundador do FIB Bank. O presidente da empresa, Roberto Pereira Ramos Júnior, presta depoimento neste momento à comissão parlamentar.

O FIB Bank que, apesar do nome, não é um banco, forneceu à Precisa Medicamentos uma fiança de R$ 80,7 milhões como garantia para o contrato com o Ministério da Saúde para a venda da Covaxin.

Na gravação, o vendedor Geraldo Rodrigues Machado afirma que sua assinatura foi falsificada e que nunca esteve em São Paulo.

“Aqui é Geraldo Rodrigues Machado, natural de Alagoas. Em 2015, ao tentar financiar uma moto, não consegui, porque descobri que tinha restrição de crédito por participar do quadro societário de algumas empresas no estado de São Paulo. Dias depois, fui demitido do emprego que eu tinha e não consegui receber meu seguro desemprego por participar do quadro societário dessas empresas, sendo uma delas a FIB Bank. Eu trabalho como vendedor externo de uma empresa de frios. Nunca estive no estado de São Paulo, nunca assinei nenhuma ata, nunca participei de nenhuma reunião, nenhuma assembleia. Falsificaram minhas assinaturas.”

O senador Randolfe Rodrigues afirmou ainda que os dois sócios da MP Guaçu, empresa que compõe a maioria do capital social do FIB Bank, estão mortos.

O relator, Renan Calheiros, defendeu então a prisão do depoente.

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