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A idoneidade das provas

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A Folha de S. Paulo tenta animar os membros da ORCRIM dizendo que o laudo da PF sobre o sistema de propinas da Odebrecht “será explorado pelas defesas de dezenas de acusados de embolsar dinheiro sujo”.

É balela.

Como O Antagonista explicou ontem à tarde, alguns arquivos foram apagados imediatamente depois que Marcelo Odebrecht foi preso, apenas para tentar esconder seus crimes.

E outros arquivos foram alterados – 0,043% do total – para aumentar o sigilo do sistema de propinas, e não para forjar provas.

O fato é que, segundo os peritos da PF, nenhum documento anexado ao processo contra Lula foi adulterado. E é só isso que importa – a idoneidade das provas.

 

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