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Incêndios no Pantanal alcançam patamar recorde do ano passado

Maior planície alagável do mundo já perdeu 261.800 hectares neste ano; região mais crítica é o sul do Pantanal de Mato Grosso do Sul
Incêndios no Pantanal alcançam patamar recorde do ano passado
Foto: André Mazuk/IHP

Os incêndios no Pantanal neste ano já destruíram área equivalente à do ano passado, quando o bioma sofreu o pior desastre ambiental da história. A maior planície alagável do mundo já perdeu 261.800 hectares, cerca de dois municípios do Rio de Janeiro — e quase os 265.300 hectares de 2020.

Os dados, reproduzidos pela Folha, são do Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais do Departamento de Meteorologia (Lasa), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“Neste ano, o Pantanal secou mais do que o ano passado”, diz Márcio Yule, 57, coordenador em Mato Grosso do Sul do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), do Ibama. “Até a última semana, estava bem tranquilo. Terminamos o mês de julho com 56% menos focos de incêndio do que no ano passado. Agora, este ano já está mais complicado.”

Diferentemente de 2020, quando os grandes incêndios se alastraram primeiro pelo Pantanal de Mato Grosso, neste ano a região mais crítica é o sul do Pantanal de Mato Grosso do Sul.

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