Independência ou vassalagem

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Em sua coluna na Crusoé, Felipe Moura Brasil cita o discurso de Jair Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, em que reafirma o compromisso com o combate à corrupção. O colunista lembra que “ou se contribui para a construção de um mundo onde não haja impunidade, ou se faz pressão contrária à investigação de um ministro abrigado por Lula no STF que abriu um inquérito ilegal para se blindar contra informações e apurações incômodas”.

Felipe Moura destaca o episódio envolvendo Flávio Bolsonaro e Selma Arruda, a Juíza Selma, que deixou o PSL “após a articulação ativa do filho do presidente, mas não retirou sua assinatura do pedido de criação da CPI da Lava Toga”.

O texto também trata do caso envolvendo dois membros do CNMP — Lauro Machado e Dermeval Farias — que mantiveram suas posições em meio a pressões internas e externas, mas não puderam escolher ficar em seus cargos, tendo sua recondução rejeitada pelo Senado. Machado, inclusive, proferiu um discurso de despedida no mesmo dia do pronunciamento de Bolsonaro na ONU.

Exclusivo: PF já sabe a quem hacker tentou vender mensagens roubadas da Lava Jato.

Leia um trecho da coluna de Felipe Moura Brasil:

“Nesses tempos de sabujice e vassalagem explícitas – no CNMP, no Congresso, no STF, na PGR, em gabinetes do Executivo e dos legislativos estaduais, nas redes sociais e no resto da internet –, com patrulhamento vil de consciência, o discurso de Lauro Machado é uma raridade e sua citação educa pelo exemplo contrário. (…) Negociar valores morais para agradar a quem não os tem é invariavelmente o princípio da vassalagem, da corrupção, da impunidade.”

Leia a íntegra na Crusoé:

Independência ou vassalagem

Comentários

  • Giusti -

    A frase é lapidar e sempre foi verdadeira nas esferas do poder.

  • Adelinha -

    Jair não passa de um vendido. Fala uma coisa e faz outra. Não tem cul lhao para enfrentarn o sistema. É teimoso demais. Se tivesse vetado na íntegra o txt do abuso de autoridade...Bur ro.

  • Laércio -

    Bolsonaro não apita mais pô.r.ra nenhuma. Estamos nas mãos de seis juízes do stf.

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