Indicado de Aras para o CNJ já defendeu 'controle' da Lava Jato

Além de tentar arquivar uma investigação de falsidade ideológica eleitoral sobre Flávio Bolsonaro, Sidney Madruga, o procurador regional da República indicado por Augusto Aras ao CNJ, já defendeu o “controle” da Lava Jato, relembra Luiz Vassallo na Crusoé.

Em 2017, Madruga teve de deixar a equipe da então PGR Raquel Dodge após ser flagrado pela Folha em um almoço com a advogada Fernanda Tortima, que atuou no acordo de delação da JBS.

No encontro, o procurador afirmou a Tortima que, na gestão Dodge, haveria mais “controle” sobre a Lava Jato, que estava “muito solta”.

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