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Moraes aponta "conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade"

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O STF informou que as buscas autorizadas por Alexandre de Moraes hoje, no inquérito sigiloso contra ataques aos ministros, basearam-se em investigações que apontaram uma estrutura formada por empresários que, de maneira velada, financiavam o impulsionamento de vídeos e materiais ofensivos na internet.

“Relatórios técnicos constataram a existência de um mecanismo coordenado de criação, divulgação e disseminação de notícias ofensivas e fraudulentas por intermédio de publicações em redes sociais, atingindo um público diário de milhões de pessoas, de maneira a expor a perigo de lesão a independência dos poderes e o Estado de Direito”, diz nota divulgada pela Corte.

O ministro informou que provas e laudos técnicos “apontaram para a existência de uma associação criminosa dedicada a disseminação de notícias falsas, ataques ofensivos a diversas pessoas, às autoridades e às Instituições, dentre elas o Supremo Tribunal Federal, com flagrante conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática”.

Leia abaixo a íntegra da nota:

“O Ministro Alexandre de Moraes autorizou diversas diligência no âmbito do inquérito 4781, cujo objeto é a investigação de notícias fraudulentas (fake news), falsas comunicações de crimes, denunciações caluniosas, ameaças e demais infrações revestidas de animus caluniandi, diffamandi ou injuriandi, que atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal Federal e de seus membros; e a verificação da existência de esquemas de financiamento e divulgação em massa nas redes sociais, com o intuito de lesar ou expor a perigo de lesão a independência do Poder Judiciário e ao Estado de Direito.
As provas colhidas e os laudos técnicos apresentados no inquérito apontaram para a existência de uma associação criminosa dedicada a disseminação de notícias falsas, ataques ofensivos a diversas pessoas, às autoridades e às Instituições, dentre elas o Supremo Tribunal Federal, com flagrante conteúdo de ódio, subversão da ordem e incentivo à quebra da normalidade institucional e democrática.
As investigações também apontaram que toda essa estrutura, aparentemente, estaria sendo financiada por empresários que, atuando de maneira velada, fornecem recursos das mais variadas formas para os integrantes dessa organização, inclusive impulsionando vídeos e materiais contendo ofensas e notícias falsas com o objetivo de desestabilizar as instituições democráticas e a independência dos poderes.
Da mesma maneira, relatórios técnicos constataram a existência de um mecanismo coordenado de criação, divulgação e disseminação de notícias ofensivas e fraudulentas por intermédio de publicações em redes sociais, atingindo um público diário de milhões de pessoas, de maneira a expor a perigo de lesão a independência dos poderes e o Estado de Direito.”

Leia também: Bolsonaro mandou investigar Witzel?

Comentários

  • Sérgio -

    Vai, Dantas, fale mais sobre o bolivarianismo do Bolsonaro.

  • Silvio -

    Pobre Democracia brasileira pois onde se deveria proteger a Constituição o PCC está mandando. E quem vai pedir a quebra dos sigilos do Alexandre?

  • Raimundo -

    A Crusoé está neste inquérito. Você s são delinquentes?

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