Jobim, o acordão e a "segunda reforma do Judiciário"

Telegram

Nelson Jobim, que o “polo democrático e reformista” quer emplacar como candidato ao Planalto, foi personagem central no aparelhamento de setores do Judiciário pelo sindicalistas de toga durante o governo Lula — o verdadeiro nome da tal “reforma do Judiciário”.

Jobim achava que, pelos serviços prestados, seria o poste lulista em 2010. Mas no seu caminho surgiu Dilma Rousseff, com quem ele se desentendeu publicamente.

Perdeu o controle, algo raro, declarou voto em José Serra e deixou o ministério.

Agora ele promete fazer a “segunda reforma do Judiciário” em prol do “polo democrático e reformista”, se vier a ser o candidato ao Planalto no lugar de Geraldo Alckmin. A criação de novos TRFs é a parte principal do pacote. Objetivo final, repetindo: livrar os corruptos da cadeia. Mudar para que tudo permaneça como era.

Sempre pelo bem do país, evidentemente,  Jobim é capaz de unir Gilmar Mendes aos sindicalistas de toga (aqueles de convicções lavajatistas são bastante moldáveis às circunstâncias).

Comentários

  • Juarez -

    Reitero, Antagonistas, por gentileza procurem saber sobre a compra de 50 helicópteros EC 725 da Airbus arquitetada pelo Jobin, reitero mais ainda que alertem ao MPF que procure seus rastros na contrato do Prosub, envolvendo a DCNS Francesa e a marinha do Brasil para a construção dos submarinos.

  • Indignada -

    Eu sempre achei esse Jobim muito estranho. Mas no governo Lula ele mostrou sua face de homem "bobão". Provinciano vaidoso a babar para Lula. Não por admiração, mas pelas oportunidades. A gente chega à conclusão de que o que trama a Suprema Corte é abominável. Está ficando clara a luta suspeita.

  • Fernando -

    Bom saber dessas tramoias dos bastidores, assim é possível entender o jogo dos traidores, a ORCRIM não desiste, todo dia tem negociatas pra perpetuação dos demônios no poder.

Ler 79 comentários