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'Jogaram no meu colo' a presidência do PSL-RS, diz empresária

Jogaram no meu colo a presidência do PSL-RS, diz empresária
Brasília - Comissão Especial da Câmara que analisa o projeto das 10 medidas contra a corrupção (PL 4850/16) se reúne para apreciar e votar o parecer do deputado Onyx Lorenzoni (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Carmen Flores, a empresária que disputou pelo PSL vaga no Senado pelo Rio Grande do Sul –sem sucesso–, disse à Folha que não tinha a intenção de se eleger.

“Não entrei para ganhar o Senado, mas para dar 28 segundos [na TV] para [Jair] Bolsonaro. Ele não tinha horário político. Eu não tinha intenção de me eleger, em nenhum momento”, disse.

Segundo a ex-candidata, que recebeu R$ 200 mil do diretório nacional do PSL para a disputa, ela trabalhou “para Bolsonaro”, e não para o partido.

“Eu não sabia o que era PSL, eu era Bolsonaro. Sempre admirei a causa Bolsonaro. O ministro Onyx Lorenzoni e o presidente, na época deputado, jogaram no meu colo em 20 de março a presidência do partido.”

O advogado de Carmen, Lucas Ceccacci, disse que suas contas ainda não foram julgadas pelo TRE-RS e que não há ilegalidades nas contratações de familiares. Segundo ele, toda a movimentação financeira foi registrada e tem origem.

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