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Jogos de azar: prós e contras nos EUA

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Com mais de mil cassinos espalhados por 40 estados, os Estados Unidos têm a indústria dos jogos de aposta mais pujante no mundo, registra O Globo:

– gera 1,7 milhão de empregos;

– e tem um PIB conjunto (incluindo hotéis, shows e toda a cadeia econômica) de US$ 240 bilhões (R$ 780 bilhões), maior que toda a economia do estado do Rio.

“Mas o setor é envolto em riscos e polêmicas.

O gigantismo de Las Vegas contribuiu para o ocaso de Atlantic City, que vive uma crise.

Cidades com elevados números de cassinos costumam ter níveis de suicídios bem maiores que a média nacional — especialistas acreditam que pela vergonha ou desespero de perder tudo em um jogo, ou utilizam o jogo como desculpa para esconder outras motivações.

Há muitos americanos viciados em apostas, e até a arquitetura dos cassinos — sem janelas, para evitar contato com o mundo exterior e a noção do tempo gasto em apostas — são um incentivo para que a pessoa jogue mais do que poderia ou deveria.

Os jogos também criam um ambiente mais propício para a prostituição, e (…) os cassinos são considerados uma porta para outras atividades ilícitas.”

O professor Erik Gordon, da Universidade de Michigan, explicou:

“Apostas são uma grande oportunidade para lavagem de dinheiro. Para evitar isso, seja no Brasil, seja nos EUA, é preciso de uma boa regulamentação e uma fiscalização constante.”

 

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