Kalil veta ensino religioso em BH

Alexandre Kalil vetou o projeto de lei que tornava obrigatório o ensino religioso nas escolas municipais de Belo Horizonte.

O prefeito alegou que a obrigação desrespeita a diversidade religiosa assegurada pela Constituição.

A briga ainda não acabou. O projeto volta agora para a Câmara, onde passará por nova apreciação, segundo o G1.

1 comentário

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem.

1200

  1. Aqui nas Minas, BH, é uma cidade que ama, venera, bate continências, lambe o entre-dedos do pé, odora, cultua, idolatra, reverencia o PeTê, o Lula, a dilma, Pimentel e Che Guevara.
    Aqui em Belo Horizonte existe um prédio cujo nome é MALETTA, com dezenas de barzinhos: toda moderninha da Roça-Iluminada, e todo boyzinho de universidade que adora malabares, teatro ou porralouca vai para o Maletta usando uma camisa de consumista cuja foto é do Che Guevara!, e ficam discutindo a noite inteira a relação pelo Partido dos Trabalhadores. É um fato bem bregaço, mas é a realidade de BH.
    Todo frequentador do Maletta venera o PT.
    AFINAL foi aqui em BH que nasceu a
    “baranga de Belô”, a dilma —
    frequentadora do Maletta.