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Kátia Abreu diz que CFM agiu 'como Pôncio Pilatos' a respeito de cloroquina

Kátia Abreu diz que CFM agiu como Pôncio Pilatos a respeito de cloroquina
Reprodução/TV Senado/YouTube

Kátia Abreu disse nesta terça (20) que o Conselho Federal de Medicina (CFM) agiu “como Pôncio Pilatos” a respeito dos remédios sem eficácia para Covid.

“Nós temos obrigação. Nós não podemos ser igual a Pôncio Pilatos, e me desculpa, senhor vice-presidente do CFM, vocês agiram como Pôncio Pilatos. Vocês lavaram as mãos”, disse a senadora, em reunião da Comissão Temporária da Covid-19. Participava, também por videoconferência, o 1º vice-presidente do CFM, Donizetti Dimer Giamberardino Filho.

“[Vocês] poderiam ter dado uma grande contribuição ao país e não deram”, acrescentou Kátia Abreu. “Preferiram obedecer à burocracia. O Ato Médico. O respeito ao diploma do médico. E enquanto isso morrem quase 400 mil pessoas nesse país”.

Em repetidas publicações, o CFM tem destacado a “autonomia” do médico, em vez de esclarecer a população sobre a inefácia de remédios para malária (cloroquina) e sarna (ivermectina) no tratamento para Covid. Na verdade, já existem evidências de que eles pioram o quadro clínico.

Donizetti respondeu que “não houve omissão”.

“Eu acho que nós nos colocamos de uma forma, é, defendendo a autonomia há um ano atrás (sic), autonomia existe para outro tipo de medicações, e no tocante à cloroquina, outros remédios alternativos, isso deve ser visto constantemente. Entendo que as posições do Conselho, se foram de uma certa forma cautelosas, não gerando pânico, elas sempre cumpriram o seu dever”, disse Donizetti Dimer.

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