Lava Jato pede mais de 80 anos de prisão para Paulo Preto

A força-tarefa da Lava Jato em São Paulo pediu à Justiça uma pena de mais de 80 anos de prisão para Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, pelos crimes de peculato (desvio de recursos públicos), inserção de dados falsos em sistema de informação e formação de quadrilha, informa o Estadão.

Em alegações finais na ação que apura desvios de R$ 7,7 milhões das obras do trecho sul do Rodoanel e da ampliação da avenida Jacu Pêssego, a Procuradoria da República requereu pena máxima para o ex-diretor da Dersa e ainda a condenação de outros réus.

A Procuradoria quer um aumento na pena de Paulo Preto em um terço pelo fato de ele ter ocupado cargo de direção na estatal paulista de estradas.

A Lava Jato afirma que o ex-diretor era o ‘líder do esquema’ e que cometeu cada um dos delitos de que é acusado por três vezes.

O Ministério Público Federal também pediu a condenação de José Geraldo Casas Vilela, ex-chefe do departamento de assentamento da Dersa, pelos mesmos três fatos e delitos imputados a Paulo Preto, e da psicanalista Tatiana Arana de Souza Cremonini, filha dele, por um dos fatos criminosos apontados na denúncia.

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  1. Nao sei como a esquerda esquizofrênica ainda não reclamou de estarem promovendo uma caça aos PRETOS e acusando seus opositores de racistas? Só por que é preto, o condenaram a 80 anos!

    1. Melhor ? Esse Paulo Preto será o unico preso e os mandantes ficarao todos soltos. Vai pagar o pato sozinho. Moro condenou e prendeu dezenas.

  2. Qual é a lógica? Paulo Preto desviou R$ 7,7 milhões e pegou 80 anos. E o presidiário de Curitiba, que roubou alguns 1.000% a mais que Paulo Preto pega 25 anos em duas condenações? Tá certo isso

  3. Chegar até às contas é mais fácil, mais no dinheiro em espécie é difícil, infelizmente um elo dessa corrupção toda pode ficar livre , que são aqueles que mais beneficiaram do esquema, os pol

  4. Inexistindo corruptos de estimação, é viável combater o caos jurídico vigente. Critérios de seleção dos políticos togados têm, portanto, de excluir o nepotismo e a militância partidária.