Lava Jato portenha

Um ex-ministro da Cristina Kirchner suspeito de receber propina da Odebrecht resolveu partir para o ataque e acusou o presidente Mauricio Macri de envolvimento em corrupção patrocinada pela empreiteira.

“Macri autorizou um acréscimo, pago à Odebrecht e a seu primo (Angelo Calcaterra), de 800 milhões na obra sem nenhuma justificativa”, disse Julio De Vido, referindo-se à rede ferroviária Sarmiento, em Buenos Aires, segundo a agência Ansa.