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A leitura de Gabeira

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Jair Bolsonaro deveria convidar Fernando Gabeira para uma conversa.

Leia um trecho de sua coluna:

“Senti a ascensão de Jair Bolsonaro. Impossível ignorá-la correndo o Brasil, observando as redes sociais. Quando levou a facada em Juiz de Fora, pensei: facada e tiro, quando não matam, elegem.

Se nossa cultura produziu essa certeza, isso quer dizer que a condenação da violência política tende a ser consensual. O presidente eleito deveria encarnar e expressar essa condenação. Não é um conselho, apenas uma leitura do Brasil. Os últimos dias de campanha foram ameaçadores. Prisão, desterro, banir da face da terra. Alta tensão. As universidades podem ser invadidas por ideias, não pela polícia (…).

Minha atitude com Bolsonaro será a que sempre adotei nos anos de convivência: respeito ao argumentar nos pontos divergentes e estímulo aos seus movimentos positivos. Alguns leitores condenam essa visão, sob o argumento de que normaliza a barbárie.

Mas se era assim com o deputado, por que não seria com o presidente, cujas ações mexem com nosso destino e com a imagem externa do Brasil?”

Você precisa entender o governo Bolsonaro. Mas não conte com a grande imprensa. Leia AQUI

Comentários

  • Edmilson -

    Universidades ou embaixadas? As leis não se aplicam nos seus interiores?

  • José -

    Deveria chamar pelo amadurecimento político que demonstra, mas com o aviso de não alimentar a esquerda doente e ultrapassada. Gabeira pensa...

  • agregador -

    Gabeira você deveria defender a independência partidária e ideológica da Universidade Pública. Em teoria não tem bandeira nem partido, mas na prática atua apenas com pautas de esquerda.

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