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Lembrem o juiz de que não se pode fazer apologia de criminoso

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A Folha noticiou que o juiz do trabalho Átila Roesler e sua mulher, Gabriela Goergen de Oliveira, foram detidos por alguns minutos na Praça do Comércio, em Lisboa, porque Gabriela fazia fotos com um cartaz no qual estava escrito “Lula Livre”.

Os guardas obrigaram-na a apagar as fotos, porque ali não é lugar de fazer esse tipo de manifestação.

O Antagonista soube que, em mensagem a um grupo de Whatsapp de juízes e desembargadores do TRT-4, Átila Roesler disse que José Eduardo Cardozo interveio por ele no episódio em Portugal. E recomendou a todos: “é importante ter contatos”.

A Associação Juízes para a Democracia (a Coreia do Norte do Judiciário) precisa lembrar o juiz Roesler e sua mulher de que fazer apologia de crime ou criminoso está no artigo 287 do código penal.

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