Lição de francês para Gilmar Mendes

Gilmar Mendes poderia aproveitar a sua passagem por Paris para informar-se sobre o fim da Cour de Justice de la République, ocorrida sob Emmanuel Macron.

Tratava-se de um tribunal especial destinado a julgar ministros — e que, obviamente, costumava ser bastante indulgente com os julgados.

A decisão foi saudada como a extinção de uma “jurisdição de exceção”.

Os ministros franceses agora são julgados pela Justiça comum. Perderam esse foro privilegiado.

O Estado de Direito fortaleceu-se na França.

 

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  1. Ler mais 23 comentários
    1. Esse povo não trabalha???? So viajam???? Ganham no mole, faz apenas duas sessões por semana e o resto da semana so viagem. Deveriam bater ponto igual a um funcionario publico , e por esse motivo que todos os processos estão acumulados em pilhas de papel.

    2. Esse beiçola não foi para a Alemanha??? Vive repetindo autores alemães. Será que ele curte também o “Minha Luta”???
      O que o Brasil ganha com estas viagens dos nossos juízes???

    3. É o que eu sonho que aconteça aqui. Fim do STF, com o outro antro, o STJ, designando uma de suas 5 turmas para cuidar da Constituição. A cabrada delinquente deve cair nas garras dos Moros e Bretas da vida que, infelizmente para eles, também teriam de julgar se supermercados devem ter empacotadores.
      A economia seria considerável: de nossa grana e de nossos nervos, por diminuir bastante o deboche que essa urubuzada faz de nós.

    4. Mas não é essa a opinião do Toffoli, aparentemente encampada pelo Gilmar – justiça comum, porém com a 3ª instância para o trânsito em julgado!?

      Aviso Importante – Prenderam hoje o chefe do tráfico no Porto de Santos e estão dizendo que não é o Temer… Coitado, quando descobrirem quem de fato manda lá, esse preso hoje vai ser julgado na pequenas causas.

    5. Ora, e o Janot ?
      Ele comentou publicamente necessitar do cargo
      de sub procurador – não se aposentará – para manter
      foro privilegiado.
      Até tu, Janot ? O arqueiro do bambuzal ?
      Vicios e tantos privilegios e irresponsabilidades sem
      resposta.