Lindbergh e Collor: contabilidades paralelas

Lindbergh Farias, segundo Paulo Roberto Costa, embolsou 2 milhões de reais do Petrolão.

O cara pintada e Fernando Collor: juntos.

Se o Brasil tivesse um Plutarco (compre clicando no anúncio da Cultura), ele poderia narrar as Vidas Paralelas de ambos.

Mas o que mais interessa no caso de Lindbergh Farias é a reconstrução feita pelo Ministério Público, descrita da seguinte maneira em O Globo:

“A apuração do Ministério Público diz que havia um padrão nos repasses: quando o diretório nacional do PT recebia altos valores de grandes construtoras, no mesmo dia ou no dia seguinte havia uma transferência do diretório para a campanha de Lindbergh. “Isto ocorre em diversas outras transferências provenientes do diretório nacional e recebidos por Lindbergh”. Por exemplo, em 3 de agosto de 2010, o diretório petista recebeu R$ 1 milhão em dinheiro da construtora Andrade Gutierrez e, no mesmo dia, o diretório repassou R$ 950 mil para a campanha do senador. Cinco dias depois, em 13 de agosto, a Termoeste transferiu R$ 200 mil em cheque para o diretório e, no mesmo dia, o petista recebeu R$ 190 mil do partido”.

Pergunta: Houve o mesmo padrão de repasses para a campanha de Dilma Rousseff?

O cara pintada antes que pintassem os 2 milhões