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Lira defende fundão para impedir influência de "milícias", do "tráfico" e das "igrejas"

Presidente da Câmara afirmou que 'golpe do fundão' não era segredo para ninguém: "Nenhum acordo chega no plenário sem antes ser discutidos com os partidos dessa Casa"
Lira defende fundão para impedir influência de “milícias”, do “tráfico” e das “igrejas”
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Arthur Lira (PP-AL) disse hoje que o ‘golpe do fundão’, que aumentou para R$ 5,7 bilhões as verbas destinadas ao fundo público de campanha, é necessário para manter a democracia, ainda mais sem a possibilidade de financiamento empresarial nas eleições.

“Alguns anos atrás, nós discutimos e votamos o fim do financiamento privado das eleições. Estamos falando da manutenção da democracia”, afirmou, em entrevista à GloboNews.

Segundo o presidente da Câmara, sem esse dinheiro, a política fica suscetível a grupos econômicos, como “milícias”, o “tráfico”, as “igrejas” e os “outsiders”.

“Temos como manter a democracia sem um sistema claro?”

Sobre as alegações de muitos deputados, de que não sabiam do aumento em quase três vezes do valor do fundo público de campanha, Lira foi direto: “Nenhum acordo chega no plenário sem antes ser discutidos com os partidos dessa Casa”.

 

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