Lula está para lá de Bagdá

Ontem à noite, no ato em defesa da OAS e da Odebrecht, Lula comparou-se indiretamente a Saddam Hussein.

O paralelo é pertinente. Desde o comecinho da Lava Jato, Lula escondeu-se num buraco escuro. E ao mesmo tempo em que teme ser preso e executado, ele também promete exterminar o inimigo, que chegou à sua porta:

“Eu quero paz e democracia, mas se eles querem guerra, eu sei lutar também”.

Lula disse que os iraquianos que apoiaram a derrubada do ditador Saddam Hussein agora sentem saudade dele, assim como nós, presumivelmente, um dia sentiremos saudade de Renato Duque e João Vaccari Neto. Lula virou a Maria Antonieta do Ancien Régime petista, que complota dia e noite para manter seu reino e seus privilégios.

Lula disse:

“O mais importante legado que minha mãe deixou foi o direito de eu andar de cabeça erguida e ninguém vai fazer eu baixar a cabeça neste país”.

Nós, jacobinos, não queremos abaixar sua cabeça, Saddam Hussein – queremos cortá-la. Metaforicamente, é claro.

Saddam Hussein é tirado do buraco escuro

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