Lulinha, o laranja e o dono da OAS

Lulinha e Léo Pinheiro, dono da OAS, agendaram um encontro em 17 de fevereiro de 2014.

Foi o que descobriu a PF analisando os dados do celular do empreiteiro.

A Época, que publicou a reportagem, esqueceu-se de dizer que Fernando Bittar participaria da reunião.

A reportagem esqueceu-se de dizer também que, menos de um mês depois daquela data, a OAS comprou a cozinha do sítio em Atibaia. A nota fiscal da Kitchens, em nome de Fernando Bittar, foi emitida em 13 de março de 2014.