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Luzes sobre Toffoli

A denúncia de que Toffoli recebeu propina tem de ser esclarecida
Luzes sobre Toffoli
Foto: Adriano Machado/Crusoé

“Num instante em que o Judiciário apaga as luzes da Lava Jato, Sérgio Cabral espirra lama nos salões do Supremo Tribunal Federal”, diz Josias de Souza.

“Os magistrados da Suprema Corte podem fazer qualquer coisa com a acusação de que o ministro Dias Toffoli vendeu favores judiciais no Tribunal Superior Eleitoral por R$ 4 milhões, exceto arquivar o caso no escurinho de um processo obscuro. O episódio pede o clarão dos refletores (…).

Cabral declarou que Toffoli vendeu sentenças a dois prefeitos do Rio de Janeiro quando integrava o TSE, e que o ex-secretário de Obras Hudson Braga fez o pagamento da propina, supostamente repassada por meio da advogada Roberta Rangel, mulher de Toffoli.”

Como revelou a Crusoé, Dias Toffoli já foi deletado no passado: por Marcelo Odebrecht (releia aqui, aqui e aqui).

Na ocasião, a denúncia permaneceu no escurinho, longe dos refletores, inclusive da imprensa. Vamos ver se, agora que Lula já foi salvo, alguém resolve acender a luz.

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