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Machado cita propina de Efromovich

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Sérgio Machado narrou aos procuradores um acordo de propina com o empresário German Efromovich, dono da Avianca e do estaleiro Eisa/Mauá. Ele disse que procurou Efromovich quase um ano depois que o estaleiro venceu uma licitação da Transpetro, para lhe pedir 2% sobre o valor do contrato.

Efromovich disse que não dava apoio a político, mas poderia pagar a Machado. O ex-presidente da Transpetro propôs realizar os repasses em forma de investimento em campos de petróleo no Equador, em parceria com seu filho Expedito Neto.

Os termos do acordo foram validados por Sérgio Firmeza. Ao final do investimento, Machado embolsou R$ 28 milhões, pagos ao longo de três ou quatro anos numa conta no HSBC na Suíça.

O delator disse que houve um segundo negócio com Efromovich em 2013, que lhe rendeu R$ 10 milhões. O repasse se deu também por meio de um fundo de investimento.