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Maia: "Mais uma vez o trabalho do gabinete do ódio foi efetivo"

Maia: “Mais uma vez o trabalho do gabinete do ódio foi efetivo”
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia comentou a decisão da médica Ludhmila Hajjar de não assumir o cargo de ministra da Saúde.

O deputado disse que Jair Bolsonaro não aceita que as ações do governo sejam pautadas pela ciência.

“Infelizmente, Ludhmila Hajjar não aceitou assumir o cargo de Ministra da Saúde. Certamente o presidente Bolsonaro não aceitou ter à frente do Ministério uma gestão competente focada na CIÊNCIA. Meu respeito pela Dra Ludhmila só aumentou, pois seus valores não são negociáveis.”

Maia atribuiu o processo de fritura da médica ao gabinete do ódio.

Mais uma vez, o trabalho do gabinete do ódio foi efetivo em prejudicar a imagem de alguém que seria tão importante para o nosso país neste momento da pandemia. Prevaleceu a política negacionista. O governo continuará a não priorizar vidas. Triste e lamentável.”

Ludhmila revelou que chegou a receber ameaças de morte depois que foi convidada para assumir a pasta.

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