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Maia: "Nem Bolsonaro quer nem o Parlamento votaria jeitinho de aumentar gasto além do teto"

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Rodrigo Maia elogiou Jair Bolsonaro por chamá-lo ontem ao Alvorada, junto com Davi Alcolumbre, para selar um compromisso pela manutenção do teto de gastos.

“A decisão do governo, do presidente fazer a reunião, foi importante, com a sinalização de que nem ele quer nem o Parlamento votaria, por exemplo, a extensão do estado de calamidade para dar um jeitinho de aumentar gasto público além do teto de gastos no Brasil”, disse o presidente da Câmara, em entrevista coletiva.

O orçamento primário da União em 2021, detalhou, será de R$ 1,485 trilhão. As despesas correntes devem consumir R$ 1,410 trilhão e haverá mais R$ 50 ou 60 bilhões para despesas discricionárias.

“Se por acaso o governo pretende, e o próprio Parlamento na aprovação da LOA [Lei Orçamentária Anual], ter um espaço para investimento, vai ter que cortar despesas para ter espaço de 10, 15, 20 bilhões, que seja, para investimento. O que não podemos é voltar à equação do passado que não funcionou. Quanto mais perdulário o governo no gasto público, maior o preço que a sociedade paga, no impacto dessa decisão de investimento do setor privado.”

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