Manda mais partido, que tá pouco

O Ministério Público Eleitoral deu parecer favorável à criação do Muda Brasil, que se confirmada resultará em nada menos que 36 partidos no país.

O Muda Brasil é sangue novo na política. O Globo informa que, no Congresso, está vinculado a Valdemar Costa Neto — líder do PR e condenado no mensalão.

O novo partido, que entregou à Justiça Eleitoral 502 mil assinaturas –mais do que as 486 mil exigidas–, agora aguarda a decisão do TSE.

 

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Ler 15 comentários
  1. Ministério Público Eleitoral também é mantido com dinheiro público para dar rasteira na população?
    Assim como o TSE, eles permitem que criminosos com massa corrida nas carantonhas se apresentem à população nas urnas smartmatic e ganhem o direito de roubar, fraudar, vilipendiar os cofres públicos.

  2. Quanto mais dinheiro para o Fundo Partidario, mais partidos criados, são como os sindcatos criados para tirarem um naco do Imposto Sindical, ou ONGS para tirarem um naco de verbas Governamentais.Nada é por acaso.

  3. Um empreendimento arrojado, colher 500 mil assinaturas de defuntos, eleitores falsos. Pelo visto a franquia de partidos será o novo modelo de negócios para ter acesso ao fundo partidário. Gilmar disse que o fundo é pouco, então vamos colocar o fundo dele para os políticos se divertirem. Paul Nokuh dos políticos!

  4. O partido que o Costa Neto ladrão e nariz de ‘pássaro’ curte mesmo começa $. Este degenerado e amoral contumaz, está apenas de olhos arregalados no polpudo fundão partidário. Quem já viu ladrão se importar com ideologia, partidos e outros que tais?, um bandido desse naipe Senhores, em qualquer País medianamente ordenado e sério, estaria era atrás das grades; e jamais articulando no submundo dos bastidores da politicalha brasileira e criando agremiação político-partidária, apenas para furar a ‘viúva perdulária’, como já o fez reiteradas vezes com a aquiescência das nossas leis frouxas e permissivas!…

  5. Uma humilde, e falo sério, pergunta… Como evitar que os mesmos partidos e políticos dominem o poder público, se a lei não permitir a criação de novos partidos? E se a lei permitir a criação de novos partidos, mas de “forma limitada”, quais seriam as regras para esta “limitação”? Não estaríamos diante de um dilema similar ao da liberdade de expressão?

  6. Quem duvida que ainda virá para nos rapinar com mais desenvoltura uma conjunção de alguns associados, com advogados de mesma ideologia como mentores, na supermamata de sigla “pL”? Pintos no Lixo.

  7. Problema do Brasil não é a quantidade de partidos políticos, poderia haver até 200 partidos se o financiamento fosse feito por empresas e pessoas físicas até um certo limite.
    Esse Valdemar e outros malandros não fazem isso por política, fazem isso por negócio, fundo partidário, tempo de TV, lobby em Brasilia…
    Os EUA tem tantos partidos como o Brasil. O problema é que lá a grana é privada, não é pública.

  8. Num mundo ideal, políticos teriam formação em administração, sociologia, economia, engenharia; e teria décadas de trabalho no setor privado antes de entrar no público. Mas seria utopia. Ou realidade muito distante. Então acho importante que cidadãos que ganharam a vida honestamente participem da política. Invadam essa festa imunda dessas castas quadrilhas e tentem fazer algo diferente. Cabral era jornalista, não praticante. Políticos são cidadãos não praticantes.